Na verdade, um dos motivos para a F1 fazer três baterias de testes nesta temporada foi justamente para entender o que precisaria ser ajustado. Desde 2022, quando as regras da nova unidade de potência foram definidas, era sabido que haveria enormes consequências ao se abandonar MGU-H ao mesmo tempo em que a parte elétrica do motor híbrido se tornava responsável por 50% do total. Essa decisão foi tomada para garantir a volta da Honda e a chegada da Audi.
JULIANNE CERASOLI
LONDRES, REINO UNIDO (UOL/FOLHAPRESS) - Dificuldades de ultrapassagem, largadas potencialmente perigosas e os efeitos colatera...
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